Fortuna milionária que apareceu em conta de aposentado, era destinado ou desviado da Igreja Assembleia de DEUS


Em 31-12-1998 apareceu do nada R$ 167 milhões, na conta, do aposentado Haroldo Silva, morador da cidade de Tubarão, no sul de Santa Catarina, então deixou render juros e em 31-12-1999 o montante era de R$ 192 milhões.

A comprovação está no informe de rendimentos emitido pelo Banco do Brasil, surpreso com tamanha fortuna, o aposentado procurou o banco, para resolver o “problema” e devolver um dinheiro que não era dele.

O sistema bancário Brasileiro é o melhor e mais avançado do Mundo no campo da tecnologia, e um erro dessa magnitude é praticamente impossível de acontecer, obviamente se constatado o erro seria corrigido imediatamente, não foi o que aconteceu na conta do aposentado, permanecendo o dinheiro na conta ate descobrir a origem do deposito milionário.

Em dezembro de 2003, já com valores corrigidos tinha R$ 360 milhões, foi onde surgiu vestígios da origem do dinheiro, dois homens com uma procuração e uma ordem: transferir R$ 360 milhões da conta de Sr. Haroldo para uma outra conta do Banco do Brasil em São Paulo.

Os homens que tentaram recuperar o dinheiro foram: o contador Justo Goya Dornelles, e um homem identificado apenas como “Helder” que era representante da Confederação Nacional das Assembléias de Deus no Brasil e no Exterior (Confader), entidade titular da conta em que seria depositada o dinheiro e que se diziam proprietária do valor em questão.

O banco logo suspeitou da operação por causa do valor muito alto e denunciou o caso, há suspeita que possa ser lavagem de dinheiro. Em 12 de agosto de 2007 morreu o aposentado Haroldo Silva, e desde então os filhos brigam na justiça pela posse do dinheiro, incluído um filho juiz de direito, Laerte Roque Silva, da Comarca de Urubici.

olha, já se passaram aqui cinco anos, e após cinco anos, desde que a pessoa esteja na posse de coisa móvel, independentemente da origem do título e até da boa fé, tem direito a uso capir, a fazer uso capião“, conta o advogado da família.

A Justiça de Santa Catarina entendeu que o dinheiro, de fato, pertencia ao aposentado e a família ganhou a causa na Justiça, como a decisão foi em primeira instância, ainda cabe recurso e o processo pode se arrastar por anos na Justiça. Até lá, ninguém mexe em um centavo.

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